Ler é a maior diversão!O repórter pergunta: "Quais os seus livros preferidos"? O sem-teto Lamartine Brasiliano responde: "O Primeiras Estórias", com contos do Guimarães Rosa. E Casa-Grande e Senzala, do Gilberto Freyre, que para mim é um raio-X do mundo". Brasiliano diz ainda que gosta do Seara Vermelha do Jorge Amado e de Cem anos de solidão, do Gabriel Garcia Márquez. A reportagem completa está hoje no capa do caderno Cotidiano da Folha de São Paulo, assinada por Afra Balazina. É leitura obrigatória. Mostra a incrível biblioteca construída por moradores de rua num local que antes era ocupado por entulho e esgoto. A propósito, eu e Brasiliano gostamos dos mesmos autores.
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"The Call" Reportagem de capa da revista do New York Times mostra o trabalho de famílias de classe média americana que são missionárias na África e questiona o trabalho de evangelização que pode tentar interferir na cultura daquele povo. A matéria é muito interessante, vale a pena pelo texto e pelas fotos. Mesmo sem entrar na discussão sobre o trabalho dos missionários, a reportagem merece ser lida porque nos faz viajar a um lugar onde a vida assume características extremamente diferentes e expõe toda a dificuldade daquele povo que vive numa região pobre e esquecida. Depois sugiro que aluguem o filme Hotel Ruanda e reflitam. Ler a matéria e ver o filme são dois excelentes investimentos para este domingo! Este é o link da matéria: http://www.nytimes.com/2006/01/29/magazine/29missionaries.html
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Mitos sobre o Envelhecimento1 – As pessoas mais velhas vivem nos países desenvolvidos. Na verdade o contrário é o correto. Cerca de 60% das pessoas mais velhas vivem em países em desenvolvimento. Dos cerca de 600 milhões de idosos no mundo atualmente, 355 milhões vivem em países em desenvolvimento. 2 – Pessoas idosas são todas iguaisAs pessoas da terceira idade constituem um grupo bastante diverso. É mais fácil encontrar semelhanças entre dois garotos de dez anos do que entre dois homens de 80 anos. Muitos estudos mostram que há uma enorme variedade no padrão de doenças na terceira idade que são influenciadas por origem étnica e cultural. 3 – Homens e mulheres envelhecem da mesma formaHomens e mulheres são diferentes também na terceira idade. Para início de conversa, as mulheres têm uma expectativa de vida maior do que os homens, com uma vantagem de cinco a oito anos. 4 – Pessoas idosas são frágeisA enorme maioria das pessoas na terceira idade se mantém física e mentalmente saudáveis. Elas mantêm a capacidade de continuar sendo produtivas na sociedade mesmo em idades mais avançadas. 5 – As pessoas na terceira idade não têm nada a contribuirA verdade é que as pessoas mais velhas têm muito a contribuir para a sociedade, para suas famílias e também para a economia. Estudos mostram que a presença do idoso no ambiente profissional faz com que os conflitos entre chefes e empregados diminuam. 6 – Pessoas idosas são um peso para a sociedade As pessoas idosas contribuem de diversas formas para o desenvolvimento econômico da sociedade. A discussão sobre o envelhecimento global e os custos para a previdência é que levam a este engano sobre o peso das pessoas mais velhas na economia. Fonte OMS
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Ir à igreja aumenta a rendaUm estudo do economista Jonathan Gruber, do Massachusetts Institute of Tecnology (MIT), diz que a participação religiosa regular leva a melhor educação, renda mais elevada e menor probabilidade de divórcio. A pesquisa mostra que dobrar o comparecimento à igreja eleva a renda pessoal em quase 10%. Gruber propõe várias explicações: Uma idéia plausível é que ir à igreja rende "capital social", ou seja cria uma teia de relações que induz confiança. Essa rede pode ser valiosa na hora de fazer negócios. Outra possibilidade é que os membros de uma congregação desfrutam segurança emocional e talvez financeira. Isso lhes permite recuperar-se mais rapidamente de reves, como a perda de emprego, em relação ao que ocorreria sem o apoio dos seus paroquianos. Uma outra razão apontada é que talvez a religião e a riqueza estejam vinculadas através da educação. Os resultados de Gruber sugerem que maior comparecimento à igreja leva a mais anos em escola e a menor probabilidade de deixar a faculdade. Por fim, ele diz que os fiéis estariam menos estressados em torno das atribuições do cotidiano e, portanto, mais bem preparados para o sucesso.
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Exclusiva com JK! Foto do arquivo CPDOC da Fundação Getúlio VargasHoje fiz uma entrevista exclusiva com JK no boletim da CBN. A brincadeira partiu do meu chefe, o âncora Carlos Alberto Sardenberg (www.sardenberg.com.br) . Depois que avisei que no boletim de hoje eu falaria de uma verdadeira aula sobre mercado de capitais que o presidente Juscelino deu a executivos do Banco Denasa em 1971, ele resolveu colocar o próprio JK no ar para fazer o boletim. Explico melhor: a Associação dos Analistas do Mercado de Capitais (Apimec) de Minas Gerais colocou no site a palestra do Juscelino. Vale a pena ouvir. É uma verdadeira aula sobre a história e a importância do mercado de capitais. O presidente JK enxergou logo no início a importância de se ter um mercado forte para financiar o desenvolvimento do país. É importante para empresas captar recursos e para trabalhadores investir seu dinheiro em busca de uma remuneração melhor, uma forma de participar dos ganhos gerados por essas empresas. Confira a palestra do presidente JK e o boletim da CBN nos links abaixo: http://www.cbn.com.brhttp://www.apimecmg.com.br/homenagemjk.aspx
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"O que mais importa não é viver, mas viver bem"Platão
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Bovespa está entre as bolsas mais baratasUm estudo divulgado recentemente pelo banco de investimento Credit Suisse mostra que ainda há espaço para ganhos na Bovespa. Segundo os analistas do banco, o múltiplo conhecido como Preço Lucro (preço da ação dividido pelo lucro da empresa) da bolsa brasileira é muito atraente. Em tese, o múltiplo PL aponta quantos anos seriam necessários para o retorno do investimento. Na prática, ele não é utilizado isoladamente, mas sim como um termo de comparação para saber se uma ação está cara ou barata. Se a ação é negociada a um múltiplo abaixo da média do setor pode ser um indicador de que está barata. Veja bem eu disse pode ser. Trata-se apenas de um indicador. O estudo do Credit Suisse é extenso e detalhado, mas um dos pontos que os analistas estudaram é o múltiplo PL. Veja no gráfico abaixo, o PL da Bovespa é o mais baixo entre diversas bolsas de países emergentes. Liderança em retorno sobre patrimônioEntre 20 países emergentes estudados pelo Credit Suisse, as ações no Brasil aparecem na liderança quando o ponto avaliado é o retorno sobre patrimônio (ROE, a sigla em inglês), como você pode observar no próximo gráfico. Os analistas do Credit Suisse acreditam, portanto, que o cenário continuará favorável para o mercado de ações brasileiro este ano. A expectativa de corte na taxa básica de juros para 14,5% e a conseqüente aceleração da atividade econômica são fatores que deixam os analistas do Credit Suisse otimistas. Eles não acreditam que o processo eleitoral seja um risco de ruptura na política econômica nacional.
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Bolsa em alta atrai investidoresQuando o índice Bovespa era negociado a 11mil pontos (mês de junho de 2002), ninguém queria saber das ações. Eram raras as perguntas sobre a oportunidade de investimento em ações. Justamente naquele momento, em que os papéis estavam depreciados, a falta de interesse era total. Hoje, com o Ibovespa bem mais caro, negociado a 36.119 pontos (fechamento desta terça-feira) chovem perguntas de investidores interessados em aplicar em ações. Pois bem, a pechincha acabou. Quem comprou ações naquele momento acumulou um ganho até agora de 224% (período de 30 de junho de 2002 ao último dia 17). Ou seja, um investimento de R$ 10 mil na carteira do Ibovespa resultaria em R$ 32,4 mil. Esta foi a valorização do Ibovespa. Mas há papéis que experimentaram valorizações ainda mais espetaculares. Veja na tabela abaixo algumas ações que tiveram valorização expressiva nesse período.  O ganho do investidor foi expressivo porque eles compraram bons papéis que estavam baratos. Houve uma fuga de estrangeiros da bolsa por conta do estresse eleitoral. Os estrangeiros tinham medo do Governo Lula, naquela época já na frente nas pesquisas eleitorais e fizeram um forte movimento de venda, pressionando para baixo o preço dos papéis. O preço das ações estava muito baixo e os fundamentos das companhias brasileiras já eram muito bons naquela época. Mas, a falta de racionalidade e o pânico associado à falta de informação, acabaram por levar o investidor a amargar prejuízos. Muitos venderam a qualquer preço no momento de nervosismo. Além disso, o investidor não aproveitou a oportunidade que se abriu para comprar boas ações que estavam sendo negociadas a preço de banana. Hoje, os ganhos da bolsa no futuro não são tão óbvios quanto eram naquele ano. Em outras palavras, em que pese os bons fundamentos das companhias brasileiras, os preços de suas ações já estão bastante valorizados. No entanto, começam a sair estudos de experientes analistas mostrando que ainda há espaço para ganhos na bolsa brasileira.
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As recomendações para a Carteira CBNA carteira CBN, assim como a carteira Valor, também é uma carteira virtual com indicações de analistas de diversas corretoras. No entanto, diferentemente da Carteira Valor, na carteira CBN não há troca de ações todo o mês. Cinco corretoras indicaram duas ações cada no fim do ano como recomendações do que seus analistas consideram como os papéis com o maior potencial de alta para 2006.  Em 2005, a carteira CBN teve um retorno de 9,37% no ano. Um rendimento muito modesto se comparado ao ganho do Ibovespa no período que foi de 27,7%. Sete, dos dez papéis recomendados, tiveram alta. Destaque para Caemi, Perdigão e Gerdau PN que exibiram ganhos bem acima do Ibovespa. No entanto, os três papéis que amargaram queda foram responsáveis pelo fraco desempenho da carteira, pois tiveram perdas expressivas. A carteira CBN em 2005 também experimentou uma forte volatilidade. Ela apresentou alta em seis meses, com destaque para o mês de setembro, quando registrou um ganho de 17,75%. Nos meses de queda, o destaque foi para o mês de março, quando a carteira teve uma perda de 9,33%. Nenhum dos três papéis que tiveram queda em 2005, Brasil Telecom, Suzano Petroquímica e Braskem, voltou a ser recomendado para 2006. No entanto, os analistas que Suzano Petroquímica e Braskem são ótimas empresas e sofreram com problemas específicos do setor petroquímico. 2006 será um ano melhor para este setor, segundo os analistas, mas eles acham que ainda vai demorar um pouco para que as ações dessas empresas voltem a ser negociadas no patamar de preços observados em 2004. Veja abaixo o desempenho da carteira CBN em 2005.
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Esqueça as "dicas", siga as recomendações de analistasMuitos leitores, ouvintes e telespectadores costumam escrever pedindo indicações de ações. Jornalistas não podem indicar ações. Apenas analistas de investimentos estão credenciados a fazer essas indicações. Isso porque para indicar uma ação é necessário fazer estudos e projeções de lucratividade de uma empresa. A partir desses estudos, os analistas conseguem projetar o que seria um “preço-justo”, também chamado de “preço-alvo” de uma ação. Feitos os cálculos, o passo seguinte é comparar o preço-justo com o preço que a ação está sendo negociada no mercado. Se o primeiro for maior que o segundo, a recomendação é de compra. Dada a demanda de leitores por essas recomendações, O Jornal Valor Econômico, a partir de 2000, criou, no caderno EU&Investimentos, a “Carteira Valor”. Trata-se de uma carteira virtual com as principais recomendações feitas por dez corretoras, mensalmente. Assim, atendemos ao leitor de forma responsável, não com “dicas”, mas com recomendações de ações, feitas por equipes altamente especializadas e credenciadas para este trabalho. Os economistas do Valor, William Volpato, Robinson Moraes e Edgar Kanamaru, recebem mensalmente as listas das dez corretoras e montam a carteira valor com os papéis mais recomendados por elas. A carteira é publicada toda primeira semana do mês no jornal. Ao longo dos anos, o retorno da Carteira Valor tem batido consistentemente o Ibovespa. Em 2005, o ganho da carteira foi de 32,97%, enquanto a alta do Ibovespa, no mesmo período, foi de 27,71%. A íntegra da reportagem do Jornal Valor Econômico com as recomendações de cada uma das dez corretoras e com a análise para janeiro foi publicada no dia 3 deste mês. Abaixo a Carteira Valor para janeiro
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