“Uma receita de sucesso? Investimento de longo prazo tem que ter ações”.A receita acima é de Rodrigo Bresser, sócio da Bresser Asset Management, uma empresa independente de gestão de recursos bem sucedida. Para ele a carteira deve ter 50% em ações e o restante então ser dividido nas alternativas em renda fixa. “Pode até ter mais do que 50%, mas aí tem que ser para alguém que goste de ações”, diz ele. Em outras palavras, alguém que agüente bem os solavancos do mercado de ações que aparecem vez por outra. Mas e quem não gosta de ações? Fica difícil suportar ver 50% dos recursos sacolejando em momentos de estresse do mercado. Para Rodrigo, nesse caso o melhor então é reduzir para 30%. Mas observe, pela análise dele ainda assim a fatia de ações é considerável se compararmos com a tradição brasileira de concentrar seus recursos em aplicações de renda fixa. Ocorre que, como as taxas de juro já estão caindo - e hoje você simplesmente não consegue ter um ganho de 1% ao mês se ficar parado num fundo DI – será necessário de fato fazer investimentos de maior risco para obter retorno. Num cenário de normalidade, essa taxa de juro vai chegar em breve a 4% ao ano (ou até menos). O fato é que já estamos caminhando neste sentido. Assim, o brasileiro tem que aprender a investir, diversificar sua carteira, conhecer os riscos. Enfim, ser investidor não é ir atrás de dicas e, é bom ficar atento, elas vão proliferar nesse ambiente de taxas em queda. Vou repetir o conselho dado por Walter Mendes, um dos gestores mais bem sucedidos do país, quando perguntei o que ele diria para o investidor que quer investir em ações: “Cuidado! Muito cuidado!”.
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A Bolsa pode subir mais? Sim, diz o UBS PactualA Bolsa brasileira está no seu quinto ano de alta consecutiva é bem verdade. Mas os analistas ainda enxergam bons motivos para manter o otimismo com o mercado brasileiro. A verdade é que a bolsa subiu mesmo no ambiente adverso de taxas de juro altas. Com as taxas de juro em queda, há novos motivos para novas altas. Um trabalho feito pelos analistas do banco UBS Pactual diz que haverá nos próximos anos uma forte migração do investidor pessoa física para os fundos de ações. Segundo os analistas do UBS Pactual, uma transferência de 1% dos fundos de renda fixa para os fundos de ações corresponde a um fluxo de R$8 bilhões para o mercado acionário. Isso pode ser comparado a um fluxo de entrada de investimentos estrangeiros de, aproximadamente, R$20 bilhões em 2006. “Esse resultado, aliado aos fluxos estrangeiros positivos e aos excelentes fundamentos, devem levar à valorização do mercado de ações”, diz a apresentação do UBS Pactual. Segundo os analistas, os setores domésticos devem ser os mais beneficiados com as menores taxas de juros. “Esperamos um crescimento maior que o PIB em 2007 nos setores Consumo Privado e Investimentos”, diz o estudo. “Prevemos um aumento da taxa de crescimento secular nos setores vinculados è economia doméstica, principalmente nos segmentos de infra-estrutura (utilities, imobiliário, concessões rodoviárias), consumo, aviação e bancos”. A equipe de análise de empresas do UBS Pactual estima um crescimento nos lucros de 19,4% em 2007 e de 11,3% para 2008 em seu universo de cobertura. “Excluindo as ações de Commodities e Energia, há uma aceleração no crescimento de 18,9% em 2007”, diz o estudo. Esse último número para 2007 ficaria atrás apenas da Argentina, um mercado com pouca liquidez. Assim, o crescimento e o volume dos lucros no Brasil permitem que o país continue a atrair fluxos estrangeiros. No foco das recomendações de compra, diz o estudo, estão setores vinculados à economia doméstica e a algumas commodities.
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Boas expectativas para o varejo, mas algumas ações já estão carasA elevação da renda do trabalhador brasileiro e a perspectiva de crescimento econômico no país colocaram o setor de varejo no radar dos analistas do mercado de ações. Mas atenção, as ações desse setor dispararam e para muitos analistas elas já começam a ficar cara. Há um consenso no mercado de que o setor de consumo está bem posicionado e os riscos são baixos, mas também há consenso que não basta apenas pegar a primeira ação do setor que chegar ás suas mãos. Wladimir Caramaschi, economista chefe da Fator Corretora, diz que o setor está bem posicionado e que há muito espaço ainda para crescimento do crédito, o que é francamente favorável a esse setor. “O crédito vai crescer tanto pela queda do juro, como pela previsibilidade da economia brasileira”, diz ele. “Como o país está mais previsível os agentes financeiros se sentem mais confortáveis em alongar o prazo das operações de crédito”, acrescenta. A própria valorização do câmbio não prejudica o setor, como ocorre na indústria, por exemplo. No setor de consumo, ao contrário, a queda do dólar ajuda bastante porque deixa os importados mais baratos e ainda causa o efeito de aumento de renda. Assim, com essa perspectiva favorável, muitos times de análise estão recomendando uma boa dose dos papéis das empresas do setor na carteira de sua clientela. Os analistas advertem, no entanto, que muitas das empresas que acompanham já precificaram essas expectativas positivas. É neste ponto que o investidor encontrará as divergências entre os analistas. A Unibanco Corretora, que recentemente anunciou a ampliação de seu time de analistas e da cobertura de empresas, soltou um trabalho com suas principais recomendações para o setor de consumo. Na seleção feita pelos analistas da Unibanco, as recomendações de compra são para: Ambev, Lojas Americanas, B2W e CBD. Para os analistas da Unibanco, a melhor relação risco retorno está embutida nas ações da Ambev. A geração de caixa da empresa está em constante crescimento e é distribuída aos acionistas minoritários. As ações PN da Ambev (AMBV4) fecharam a sexta-feira a R$ 1.171,00. A projeção da Unibanco é de que esses papéis possam alcançar R$ 1.426, ou seja um potencial de alta de mais de 20%. Lojas Americanas é, para os analistas da Unibanco, a história de crescimento favorita. Não apenas devido ao otimismo em relação ao avanço nas vendas pela internet (operação que está na B2W), mas também pelo atraente aumento das lojas físicas em diferentes formatos (tradicional, Express, Blockbuster) e possibilidade de aquisições que acelerariam a expansão da área. Na B2W há poucas previsões de novidades no curto prazo (as sinergias levam algum tempo até os resultados começarem a aparecer). Mas o forte aumento das receitas e possíveis surpresas à medida que as sinergias começarem a surtir efeito fazem da empresa uma interessante opção que alia o crescimento da receita com o potencial de aumento de margens, segundo os analistas da Unibanco. Pão de Açúcar (CBD) é, para os analistas da Unibanco, a mais difícil das recomendações de compra, mas também a que oferece o maior potencial de valorização. “Nós vemos valor nos fundamentos, pois acreditamos que a empresa adotou a estratégia correta para propiciar o crescimento rentável das vendas; até lá, a pressão sobre as margens e o ceticismo generalizado limitam o potencial de valorização”, diz o relatório da corretora Unibanco sobre a empresa. No rol de recomendações de compra de Marcio Kawassaki, analista do setor de consumo da Fator Corretora, além de Pão de Açúcar e Ambev ele incluiria Localiza e Natura. A Natura, ele diz, sofreu uma queda expressiva nos últimos meses refletindo o fraco desempenho do quarto trimestre de 2006. Kawassaki diz que houve um erro estratégico da empresa no lançamento de alguns produtos com preços promocionais. Esse lançamento acabou por fazer com que o preço dos produtos já existentes fossem canibalizados. No entanto, Kawassaki diz que a perspectiva para a empresa não mudou, permanece favorável e este pode ser um bom momento de compra dado que o mercado exagerou no impacto dos resultados do quarto trimestre. “A administração da empresa é muito boa e vai conseguir reverter esses números com tranqüilidade”, acredita Kawassaki. Outro papel do setor de consumo que está entre as suas recomendações de compra é o da Localiza. A empresa de aluguel de veículos tem 40% de sua receita no segmento de viagens de negócios, mas não foi afetada pela crise do setor aéreo. Segundo Kawassaki, além disso, ela está se saindo muito bem no seu plano de expansão e ainda no segmento de venda de veículos semi-novos. A empresa, segundo Kawassaki, é líder nesse mercado e não tem nenhum concorrente que hoje possa parecer uma ameaça a sua posição. Ao contrário, ela está sem barreiras para prosseguir em sua estratégia de expansão. Nos próximos dias vários outros relatórios específicos sobre consumo devem vir a mercado. Este é um setor que, dado o baixo crescimento econômico do país nos últimos anos, não chegou a empolgar os analistas como outros setores. No entanto, a redução na taxa de juro e a ampliação do crédito colocaram as empresas ligadas ao consumo interno no alvo de muitos analistas.
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Olho na PetrobrasAlguns analistas começam a soltar seus relatórios de compra de Petrobras e alguns gestores já começam a fazer movimento neste sentido. O relatório mais recente que recebi (ontem a noite) é da carteira recomendada da corretora Ágora e lá está Petrobras, com um potencial de alta de 27,7%. É uma das principais recomendações da corretora. O maior potencial de alta, entre as ações recomendadas pela Ágora, contudo é para as ações do Bradesco PNA. Os analistas da corretora fazem uma projeção de preço de R$ 59,59 até o fim do ano para esses papéis. Se a projeção se confirmar, o potencial de alta pode chegar a 34,7%. Abaixo a carteira recomendada da Ágora com o potencial de alta de outras ações.
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Pais & EscolasQuanto mais se estuda educação, mais se destaca a importância da família na formação de capital humano. Em outras palavras, é a participação dos pais na educação e formação que vai contribuir para o sucesso do filho e não a qualidade da escola. A análise foi feita pelo economista e filósofo Eduardo Giannetti da Fonseca no evento “Por que o valor atribuído à educação no Brasil é tão baixo?”, promovido pela Fundação Lemman. Segundo Giannetti, um estudo do professo Naércio Menezes Filho, do Ibemec, diz que 80% do desempenho de um aluno é função da estrutura familiar. E, diz a mesma pesquisa, o nível da escolaridade da mãe é a variável mais importante. Os dados apresentados por Ginannetti, são particularmente importantes para aqueles pais que estão pendurados em cheque especial ou fora de casa fazendo intermináveis horas extras para pagar as caríssimas mensalidades escolares. Sua ausência e pouca participação na formação de seu filho pode custar muito caro. Vale a pena refletir um pouco sobre isso. Outro problema com escolas caras: acompanhar a maratona financeira de seu filho. Ao conviver com colegas de classes com um padrão de vida maior do que o seu, as demandas em casa aumentam de preço. Veja, o que aconteceu com a cliente do consultor financeiro Marco Gazel: - Mamãe para onde vamos nas férias? - Vamos ficar em São Paulo, porque a mamãe tem que trabalhar. - Ah!!! Mas nós não vamos esquiar?!!! O diálogo foi travado entre uma menina de três (!!!) anos de idade e sua mãe, uma legítima representante da classe média paulistana. O consultor advertiu: está na hora de trocar de escola. Agora, minha pergunta é: Quem de vocês está com problemas para acompanhar a mensalidade escolar? Como pensam em resolver o problema? Se vocês puderem responder eu agradeço, porque estou fazendo um trabalho sobre este tema. O e-mail é mara.luquet@valor.com.br
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Você precisa ler a matéria da Piauí...No boletim desta terça no CBN Brasil, comentei sobre uma matéria que saiu na revista Piauí sobre o mercado imobiliário. A matéria foi publicada na edição de fevereiro, está no site da revista e o título é: “Os casais que escolheram a Península para viver são bem mais felizes do que o deus Apolo e a ninfa fugitiva.”Não é uma matéria específica de investimento, mas trata de uma lançamento imobiliário na Barra da Tijuca. Eu achei a matéria muito interessante porque ela trata de sutilezas e artimanhas que são usadas nesses lançamentos que, na verdade, não acrescentam nada ao imóvel em termos de valorização. Mas o comprador acaba pagando mais do que vale o imóvel apenas por esses "atrativos" que o incorporador pendura no lançamento. Por exemplo: jardins de esculturas (de réplicas!!!) que valor tem isso? Apartamento inteligentes, que você pode ligar a banheira do celular (você realmente precisa disso???). São muitas bobagens para fazer com que o lançamento pareça o que não é. Isso tem muito apelo junto ao público de classe média que acaba pagando muito, muito caro por esses artifícios. Veja, nesse lançamento um apartamento de 60 metros quadrados chega a valer mais de R$ 200 mil !!!. É muito dinheiro para um apartamento tão pequeno. Na hora de comprar um imóvel você tem que estar atento a outros aspectos. Tenha calma, pesquise com cuidado e esteja muito atento. Neste momento de boom imobiliário você vai ver muitas promessas fantásticas. Controle sua imaginação. Com racionalidade e dinheiro você conseguirá fazer bons negócios. Vale a pena ler a matéria. Abaixo o link para o site da revista Piauí. http://www.revistapiaui.com.br O apartamento dos meus sonhos  Janela do "meu apartamento dos sonhos"
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Bolsa e meio ambienteA ausência de uma política de relacionamento com o meio ambiente pode afetar o preço das ações de uma empresa, mesmo que seja no mercado brasileiro, onde o conceito de sustentabilidade empresarial ainda dá seus primeiros passos. Diz a tese de Bruno Moreira Barbosa de Brito, do Instituto Coppead de Administração da Universidade Federal do Rio de Janeiro que ficou evidenciada a queda no retorno das ações quando da ocorrência de eventos ambientais negativos. Mas no caso de eventos positivos, o retorno das ações não sofreu alteração estatisticamente significativa. A tese “A reação do mercado acionário brasileiro a eventos ambientais” é uma contribuição particularmente importante neste momento em que investidores de todo o mundo estão de olho em empresas sustentáveis. A lógica, para esses investidores, não está na possibilidade de um mundo melhor, o que é uma conseqüência desse movimento. Mas fundamentalmente em alocar seus recursos em empresas que não correm o risco de desaparecer ao longo do tempo porque estão metidas com problemas na justiça por conta de problemas ambientais ou porque são ignoradas por consumidores cada vez mais atentos ao futuro do planeta. Um crescente número de estudos tem demonstrado que o mercado acionário, tanto em países desenvolvidos como em desenvolvimento, reage à divulgação de informações ambientais positivas e negativas sobre as empresas, podendo influenciar as percepções de valor e as decisões de alocação de recursos. As empresas devem aproveitar esse movimento para medir o impacto de suas decisões de política ambiental. “A sinalização do mercado acionário pode se constituir em um instrumento adicional para orientação da gestão ambiental, em complemento aos tradicionais mecanismos de comando e controle e incentivos econômicos”, diz o pesquisador. Brito foi investigar como o mercado financeiro brasileiro vem reagindo às questões ambientais e se ele tem exercido alguma pressão para que as empresas se adeqüem às melhores práticas ambientais. Eventos envolvendo as empresas brasileiras e o meio-ambiente afetaram os retornos de suas ações? Mais especificamente, eventos ambientais positivos afetaram de forma positiva os retornos de suas ações? Eventos ambientais negativos afetaram de forma negativa os retornos de suas ações? Ele destaca a influência dos seguintes fatores:. 1. Relevância do fato: as notícias ambientais negativas tendem a ser mais relevantes para os investidores, na medida em que existe a possibilidade da empresa infratora receber multas e punições que teriam impacto direto no fluxo de caixa da empresa. No caso de notícias ambientais positivas, não existe um impacto direto no fluxo de caixa que possa ser associado ao evento em questão; 2. Natureza do processo: a construção da imagem de uma empresa é um processo lento, gradual e sujeito a múltiplos eventos, ou seja, para que o mercado identifique e avalie determinada empresa como uma companhia líder sob o ponto de vista ambiental é preciso haver uma seqüência de eventos que confirmem tal imagem. Assim a reação do mercado para eventos positivos seria de longo prazo, lenta e gradual; 3. Viés da mídia na divulgação de notícias negativas: a mídia, ao dar mais ênfase a notícias negativas do que notícias positivas, cria um viés em relação ao risco percebido que pode impactar na precificação dos ativos. 4. Eventos já absorvidos pelo mercado: a possível combinação de eventos positivos que sejam realmente o primeiro anúncio com os que poderiam ser apenas a confirmação de algo já sabido pelo mercado pode ter influenciado os testes. Por exemplo, a notícia da efetiva entrega de um prêmio ambiental não teria relevância caso o mercado já soubesse que a empresa foi a escolhida pelo júri para a premiação. Abaixo a íntegra do estudo. reacaoo da bolsa ao meio ambiente.pdf
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Falta uma taça de um bom vinho e muitos livros....eis o quadro do que eu considero um bom investimento!!!
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Potencial de alta para ações do setor aéreoAcaba de sair um relatório sobre o setor de aviação (Gol e TAM) em março. O relatório é assinado pelo analista Eduardo Pirani, da corretora Fator. Segundo ele, as ações da TAM e Gol estão atraentes. Ele projeta um preço-alvo de R$ 83,80 para as ações da TAM, Se comparado com o preço que a empresa foi negociada nesta manhã (R$ 52,50) o potencial de alta é de 59,6% para as ações no prazo de doze meses. Para a Gol, ele projeta um preço-alvo de R$ 80,60, o que significa um potencial de alta de 36,7% se comparado ao preço que o papel foi negociado nesta manhã, de R$ 58,95. Segundo o analista, a Gol é a empresa que mais sofre com a crise dos controladores, pois suas rotas te mais escalas do que as da TAM. A íntegra do relatório do analista está abaixo. aviacao.pdf
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BTC.pdfTRATAMENTO DE FALTA DE ENTREGA.pdfOs dois documentos que tratam sobre a falta de entrega de ações pelo vendedor.
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Novas respostasComprei POSI3, vendi com um lucro bom e me animei. Dia 23 de março comprei 34 ações da GOLL4 e vi minha posição disparar durante a semana passada, porém após D+3 apenas 11 ficaram disponíveis para venda e 23 com pendência de compra, resultado...não pude vender ( ou se podia não sabia) e apenas hoje elas estão disponíveis, quando o valor já está bem abaixo do que tentei vender. Ou seja, por conta disso, eu perdi uma grande oportunidade de lucrar mais de 10% em poucos dias. Isso é normal no mercado? Ou me enganaram? O pessoal da Bradesco Corretora me falou que quem me vendeu as ações na verdade não as tinha e por isso fiquei com pendência. Senti-me bem prejudicado, pois comprei na hora certa e não pude vender. Como posso evitar essas pendências de compra? Você tem alguma dica para me dar para que eu não passe mais por isso? Entrevistei o diretor da Bradesco Corretora, Aníbal Cesar dos Santos, sobre sua dúvida. A explicação é a seguinte: há realmente casos de pessoas que vendem as ações e não conseguem entregar porque não têm os papéis. Essa situação é mais normal do que se pensa. Mas nesse caso, o comprador não chega a pagar. Isso porque o pagamento é feito em D+3, mas em D+2 o vendedor já tem que fazer a entrega dos papéis. Ou seja, antes do comprador fazer o pagamento já se sabe se o vendedor terá ou não os papéis. A Bolsa multa o vendedor que não tem as ações e aplica outras punições. Abaixo está a íntegra da resposta e anexei documentos que tratam do tema. “Compras executadas no dia (D+0) são liquidadas (vendedor entrega as ações) em D+3. Caso não sejam entregues em D+3, a C.B.L.C. - Companhia Brasileira de Liquidação e Custódia tenta junto ao mercado de BTC - Empréstimo de Ações tomar as ações no mercado para liquidar a venda inadimplente, ficando a taxa de juros do empréstimo sob responsabilidade do vendedor, e o comprador recebendo as ações adquiridas.
Se não houver o tipo das ações para empréstimo, o vendedor e penalizado com 0,20% de multa mais 100% de chamada de margem sobre o valor da operação, permacendo a inadimplência em D+4 será cobrada outra multa de 0,20%.
Após as 11.00hs de D+4 caso as ações não tenham sido entregues, será emitida uma ordem de recompra das ações pela C.B.L.C., que poderá ser executada em D+4, D+5 ou D+6, com sua confirmação até D+7. Se a recompra não for executada a operação será revertida (cancelamento). As Regras acima descritas, constam dos Procedimentos e Normas Operacionis da C.B.L.C. conforme arquivos anexos, que regem o mercado de ações”. Complementando a pergunta da Carolina: tenho uma previdência privada com benefício definido e pretendo não migrar para outra modalidade, porém quando fui optar pela tabela regressiva do IR a informação que tive é que estes modelos de previdência teriam que ser taxados pela tabela progressiva do IR. Isto é verdade e/ou legal? O artigo 1 da Lei 11.503, de 29.12.2004, determina que a opção pela tributação regressiva só poderá ser feita por participantes que tenham ingressado ou que ingressarem em planos estruturados na modalidade de contribuição definida ou contribuição variável.A tributação dos planos BD é a progressiva. Existe algum fundo de investimento que siga as recomendações da "carteira Valor" ?Não conheço nenhum fundo que siga a carteira Valor. No entanto, nada impede que você crie um clube de ações para seguir a carteira. Muitos leitores deixam ordens às suas corretoras para que comprem e vendam suas as ações de acordo com as indicações da carteira Valor, que é publicada toda primeira semana do mês no jornal Valor Econômico. Acessei o www.cvm.gov.br e achei fácil o link pra ver os Fundos 157, mas não consegui achar onde procurar ações herdadas e/ou esquecidas.Para procurar essas ações você precisará checar na CBLC (Central Brasileira de Liquidação e Custódia) e/ou nas próprias empresas. Nesse caso procure o departamento de relações com investidores que eles poderão informar se você tem ações da empresa. Petrobras, Bradesco, Banco Itaú, Banco do Brasil, são empresas que tem um grande número de acionistas desconhecidos. Esses investidores não atualizaram seus cadastros e a empresa perdeu totalmente o contato. Importante: não caia em armadilhas. Se você recebeu algum telefonema dizendo que você tem ações encerre a conversa. Você mesmo é quem deve procurar a empresa, conhecer sua posição exata em ações e decidir então se quer ou não vender. Em geral, essas pessoas que telefonam perguntado se você quer vender suas ações oferecem um preço irrisório pelos papéis. É golpe e você deve, inclusive, denunciar à CVM.
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Carteira Valor para AbrilPetrobras PN (PETR4)
Gerdau PN (GGBR4)
ALL Unit (ALLL11)
CSN ON (CSNA3)
CCR Rodovias ON (CCRO3)
Ambev PN (AMBV4)
Aracruz PNB (ARCZ6)
Lojas Americanas PN (LAME4)
CVRD PNA (VALE5)
Bradesco PN (BBDC4)Rentabilidade da Carteira Valor: No mês 7,63% ----- Ibovespa 4,36% No ano 9,49% ----- Ibovespa 2,99% Em 12 meses 38,92% ------Ibovespa 20,69% * A carteira Valor é criada a partir das recomendações de dez tradicionais corretoras e publicada na primeira semana do mês no jornal Valor Econômico.
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Dinheiro X FelicidadeDinheiro compra felicidade? Mais uma pesquisa reforça a tese de que não, dinheiro não compra felicidade. No entanto, os dois autores desse novo estudo perguntam: Por que as pessoas pensam que vão ser mais felizes com mais dinheiro? Porque simplesmente elas são levam em conta as mudanças nos seus padrões de referência que certamente vão ocorrer com o aumento da renda, respondem eles no estudo. Os autores do estudo são os professores Manel Baucells Alibes, da Universidade de Navarra, e Rakesh Sarin, da UCLA. O que eles e outros estudiosos chamam a atenção é para o efeito da “adaptação” e “comparação”, dois elementos amplamente testados e que nós não podemos desprezar nas nossas decisões de consumo, sob pena de cometer graves erros para nosso bem-estar físico, mental e também patrimonial. Então vejamos: Adaptação: você vai se acostumar de tal forma com aquela sonhada varanda no apartamento que quer comprar que dificilmente vai colocar os pés nela depois dos primeiros meses. Portanto, avalie bem o preço que está disposto a pagar e, principalmente, não cometa loucuras em troca deste sonho. Comparação: esqueça o vizinho e o cunhado. Pense na sua própria vida. Se tiver que fazer comparações, veja como você está melhor do que a média da população mundial. Faça suas conquistas, realize seus sonhos, mas por favor, não fique buscando comparações. É a comparação, dizem esses estudiosos, que o faz se sentir mal e não dar o real valor às conquistas que já realizou. Anexo está o arquivo com a integra da nova pesquisa. Outra fonte de referência para este tema é o livro do professor Daniel Gilbert: “O que nos faz felizes?”. Vale a pena ler, muito bom. Navarra.pdf
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