O universo da segunda linhaA corretora Unibanco soltou um relatório com as recomendações para as ações de segunda linha (small caps) que estão no radar de seus analistas. As ações de segunda linha têm um volume menor de negociação do que as de primeira linha.
Num momento em que a Bolsa está acumulando recordes de alta, é sempre interessante olhar este universo, pois é o lugar mais provável de se achar papéis mais baratos.
Além disso, com o “investment grade” ou grau de investimento, a nota de bom pagador que o Brasil recebeu, muitos investidores estrangeiros começam a aportar por aqui e esses papéis devem se beneficiar.
Abaixo coloquei as projeções da corretora Unibanco. Eles recomendam compra para: Eternit, Indústrias Romi, Confab, Tegma, Weg, Localiza, Duratex, Iochp-Maxion e Log-In. Recomendam manutenção para Santos Brasil e estão revisando Marcopolo.

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O nome do livro...Novo direito imobiliário. Os organizadores são Cláudia Fonseca Tutikian, Luciano Benetti Timm e João Pedro Lamana Paiva. A Editora é a Quartier Latin.
O artigo ao qual me referi é do advogado Jaques Bushasky. Muito interessante e relevante para quem tem casa e recebeu uma proposta de incorporadora para permuta do apartamento.
No artigo ele cita uma decisão julgada pelo Tribunal de Justiça do Rio que diz: "Nos precisos termos da Lei 4.591/64, o proprietário do terreno, muito embora não tenha contratado diretamente com os adquirentes, passou a assumir as obrigações próprias do incorporador perante os candidatos à titularidade de unidades imobiliárias autônomas, portanto, é legítimo para sofrer as consequências do inadimplemento do construtor".
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BM&F e BovespaUm leitor pediu uma comparação da performance das ações de Bovespa e BM&F para ver o impacto do anúncio da fusão.
O economista Roberto Tamião, com os dados da consultoria Lafis, fez o exercício. O resultado está abaixo.
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Recomendações da corretora ItaúMais um relatório com as recomendações de ações que se beneficiam com o grau de investimento. A corretora Itaú está recomendando as ações dos setores imobiliários, bancos e consumo-alimentos. A íntegra do relatório está anexada abaixo.
ITAU.pdf
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O que muda com o grau de investimento
Algumas corretoras estão divulgando mudanças em suas carteiras por conta da chegada do "investment grade" ao país.Segundo a corretora Ativa, os setores que podem apresentar melhor performance neste momento são: construção civil, bancos, consumo e infra-estrutura. Anexei a íntegra do relatório abaixo.
ativa.pdf
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Carteira CBN ganha 15% em abril e bate o Ibovespa
Importante: a carteira CBN é composta pelas ações mais indicadas pelas corretoras que consultei em dezembro. Nos posts publicados em dezembro vocês vão encontrar as indicações de cada corretora.
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Vale, o que dizem os analistas...
Apesar da queda no lucro, muitos analistas permanecem otimistas com Vale. Abaixo dois relatórios divulgados hoje.
BANIF VALE.pdfVALE5.pdf
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O valor do amanhãHá muitos índices que mostram um otimismo econômico do Brasil. Muito bom para o país, não fosse por um problema: as taxas de juro brasileiras ainda são muito altas.
Essa disposição para o consumo associada à fartura de crédito pode criar uma armadilha, tão grave quanto a que estão vivendo os americanos.
Toda essa euforia fez com que eu me lembrasse de uma entrevista que fiz há três anos com o professor Eduardo Giannetti, autor de vários livros entre eles “O Valor do amanhã”, um dos melhores livros que já li.
Disse o professor Giannetti na época: “Imagine o Brasil sem Banco Central, sem meta de inflação e sem gastos públicos. Ainda assim a taxa de juro brasileira estaria entre as mais altas do mundo. Isso porque a perversa estrutura brasileira de distribuição de renda alimenta patamares tão altos. O governo pode exacerbar, mas o fato é que a estrutura está montada para isso".
Giannetti falava num seminário sobre "as raízes biológicas dos juros", realizado no Ibmec, e chamou a atenção para a correlação entre o forte desequilíbrio de renda e as altas taxas de juro no país. "Há uma massa enorme desesperada para consumir e sem renda", disse ele. Num país em que a renda está fortemente concentrada nas mãos de bem poucos, essa massa faminta e sem formação que lhes permita refletir sobre o custo da antecipação do consumo aceita pagar uma taxa de juro extremamente alta.
Por isso, diz Giannetti, a educação fundamental é imprescindível nessa batalha de redução do patamar dos juros nacionais. É necessário, portanto, que as pessoas comecem a pensar em juros não apenas como uma prestação que cabe ou não dentro de seu salário mensal. Mas, principalmente sobre se vale a pena a troca que está fazendo entre futuro e presente.
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