"Tudo menos siderurgia, minério e petróleo"Selecionei alguns relatórios de analistas que recebi nos últimos dias de empresas que estão fora desses setores para aqueles que pensam como o Luiz Stuhlberger e também querem analisar outras empresas.
Estão abaixo.
PS: quem quiser ler sobre Petrobras e Usiminas tem mais relatório no blog da carteira CBN
xambev.pdfxambevbes.pdfxbb.pdfxbmf.pdfxcemig.pdfxindusval.pdfxprovidencia.pdfxrenner.pdfxromi.pdfxrossi.pdfxsulamerica.pdf
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Para ler no domingo..."Em Roma ouvi que antigamente, quando lá ainda existiam imperadores, as majestades romanas faziam cócegas na garganta com penas de pavão, para depois, quando vomitassem, ter lugar na pança para enfiar novas iguarias. Hoje em dia, a pena de pavão é o anúncio...""Ouvi que trocavam idéias sobre o fato de que nesta grande abundância, na América, poucas eram as pessoas satisfeitas. Nisso eu prestei atenção, porque eu também sentia algo parecido."Está no livro "De Verdade", de Sándor Márai, publicado no Brasil pela Companhia das Letras.
Um dos livros mais lindos que já li!!!
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“Estamos vivendo um momento de oportunidade de compra para tudo que não é cíclico”A avaliação é de Luiz Stuhlberger, gestor do Verde, um dos mais antigos e bem sucedidos hedge funds brasileiros.
Ele diz que está analisando a compra de ações de tudo que não é Petrobras, Vale e Siderurgia (cíclicos).
“Nos Estados Unidos, se o preço do petróleo cai as ações das empresas do setor sofrem, mas ações da Wall Mart sobem”, diz ele.
Por que?
“Porque se a gasolina custa menos, sobra mais dinheiro para fazer compras”, responde. “No Brasil, no entanto, esse comportamento não ocorre. Mas qual a razão de Lojas Americanas cair quando o preço do petróleo cai?”, questiona.
Por isso, as ações de empresas voltadas ao consumo interno devem subir.
Mas o dólar também não vai subir?
“Vai subir, mas isso é ótimo”, responde. "Mais um ingrediente para reduzir importações".
Stuhlberger dia que quando os preços do petróleo e minério estão subindo sem parar se tem a impressão de que o ciclo é infinito. “Mas quando o preço está muito acima do equilíbrio aparecem mega projetos para aumentar a oferta porque dá dinheiro, é o ciclo capitalista”, diz.
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Mais petróleo...
Anexei um relatório sobre petroleo feito pelo Fator que explica toda a discussão do novo marco regulatório e seu impacto na Petrobras. Vale a pena ler.
petroleofator.pdf
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A bolsa e o humor do torcedorA bolsa é fortemente influenciada pelo resultado de grandes jogos. Duvida? Dê uma olhada no estudo que anexei de três professores que estudam economia comportamental.
Segundo eles, quando a seleção nacional enfrenta uma derrota o principal índice da bolsa de valores do país perdedor tem uma perda na média de 38 pontos base.
futebol.pdf
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Quem está assustado com a Bolsa?Para aqueles que estão com medo da Bolsa ou aqueles que querem saber se é hora de comprar, selecionei alguns relatórios que recebi nos últimos dias. Estão anexados abaixo.
Os analistas começam a ficar bem divididos. Alguns acham que já é hora de comprar, outros acreditam firmemente que a Bolsa ainda vai sofrer mais.
O melhor é não ficar desesperado, nem para comprar, nem para vender e avaliar com cuidado o que os analistas estão dizendo.
fatorestrategia.pdfHSBC.pdfUBS.pdf
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Relacionamento com bancos também pode ter divórcio Relacionamentos com bancos costumam ser problemáticos com uma freqüência maior do que a desejada. Numa relação onde a base é a confiança, reinam reclamações. Mas não se engane. Também temos nossa parcela de culpa. Escolhemos o banco pela comodidade, muitas vezes nem isso fazemos, deixamos que outros façam a escolha em nosso nome. Depois, mesmo com todos os problemas que começam a pipocar, abrimos mão de trocar de parceiro.
Diferentemente de casamento, do qual você pode prescindir, ter um banqueiro é para toda a vida. É ele quem vai, pelo menos em tese, cuidar do seu dinheiro. Ao longo da vida você precisará pagar contas, receber seu salário, fechar câmbio, financiar sua casa, seu carro, aplicar suas economias, só para citar alguns exemplos. A boa notícia é que hoje são muitos os candidatos nos fazendo a corte.
Uma forma eficiente de você conseguir melhorar muito o seu relacionamento com o banco e, de quebra, colaborar para que as práticas desse setor se aperfeiçoem, é investir nesse relacionamento. Como? Fazendo a lição de casa.
Para melhorar seu relacionamento com o banco considere:1 - Valorize-se! Você, para o banco, é um ativo. Tenha sempre em mente que a carteira de clientes é um dos pontos que mais agrega valor a um banco. Embora os bancos pareçam um só corpo, eles estão numa disputa frenética por fatias de mercado. Por isso, sempre que não se sentir satisfeito e não tiver suas pendências resolvidas, troque de banco. Mas ao encerrar sua conta deixe registrado o motivo no documento que formaliza o cancelamento da conta.
2 - Conheça seus direitos. Os órgãos de proteção ao consumidor como Procon e Idec são excelentes aliados. Visite o site, tenha o número do telefone dessas entidades ao alcance da mão e sempre que tiver dúvidas ou se sentir lesado procure orientação em um desses órgãos. Você vai encontrar gente especializada e acostumada a lidar com esses problemas. Eles são muito comuns e o pessoal dos órgãos de defesa sabem o que fazer em cada caso.
3 - Nunca se intimide. Você tem a lei ao seu lado. Bancos poderosos que estão acima do bem e do mal ficaram no passado. Você pode e deve ter seus direitos garantidos.
4 - Não hesite em procurar a Justiça sempre que for lesado. Para causas até 20 salários mínimos não é necessário sequer ter um advogado se você procurar o Juizado Especial Cível de seu Estado. O site www.tj.rj.gov.br tem a cartilha do Juizado que mostra os passos necessários para ajuizar a ação.
5 - Não se esqueça do Banco Central. Os bancos morrem de medo do BC. Por isso, sempre que achar uma irregularidade ou for maltratado denuncie ao Banco Central. Você vai ajudar a autoridade monetária na fiscalização do sistema financeiro.
6 - É simplesmente impossível viver sem um banco, portanto, você é responsável por construir esse relacionamento em bases mais justas. Não espere que parta do banqueiro esta atitude. Ele apenas vai reagir se for cobrado por esse relacionamento.
7 - Reclame, reclame, reclame. Sempre que tiver problemas com o banco reclame na mesma hora com o próprio banco. Procure os serviços de ombudsman ou de atendimento ao cliente e deixe registrada sua reclamação. Mas não pare por aí. Escreva para os veículos de comunicação, para o Banco Central, para a Comissão de Valores Mobiliários (no caso de aplicações em fundos de investimento ou ações) e deixe sua queixa registrada nos órgãos de defesa do consumidor.
8 - Deixe claro ao seu gerente que você conhece seus direitos. É pouco provável que o gerente tente empurrar produtos "micados" ou trate você mal se conhecer sua fama de fazer valer os seus direitos. Além disso, ele agora sabe que você está disposto a trocar de agência se não for bem tratado. E toda vez que um cliente encerra uma conta ele tem que se explicar aos seus superiores.
9 - Nunca compactue com práticas abusivas. Sempre que você compra um seguro que não precisa, um plano de capitalização ou faz qualquer outra operação apenas para ajudar o gerente a bater a meta está contribuindo para perpetuar uma prática que prejudica clientes e bancários.
10 - Cuide melhor do seu dinheiro. Tenha a certeza que ao melhorar seu relacionamento com o banco conseguirá fechar muitos dos ralos por onde mensalmente escoam parte de seus recursos. Vale a pena este investimento.
Publiquei esta coluna no Valor Econômico em 2006. Mas revirando meus arquivos encontrei este texto e achei muito atual.
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Pais & Filhos“... garantir o futuro dos filhos e dar esmolas. Ora, esses dois recursos, compreendidos como são geralmente, são uma coisa só e, por sinal, uma coisa muito prejudicial. Do ponto de vista da sociedade, não importa nada se a pessoa exonerada da necessidade de trabalhar para o próprio sustento pela generosidade de um milionário é o filho deste, o marido da sua filha ou simplesmente um mendigo qualquer. Os sentimentos do milionário serão, nos primeiros casos, de maior satisfação; mas o mal feito à sociedade e ao beneficiário é o mesmo. Se quiserdes estragar a carreira de um jovem, não há método mais seguro do que dar-lhe “independência”, como se diz, o que equivale a uma dependência abjeta e total do trabalho dos outros”.
Bernard Shaw – Socialismo para milionários – Ediouro Estou fazendo um trabalho sobre filhos, pais e dinheiro. Uma relação muito complexa, para dizer o mínimo. Na minha pesquisa encontrei este livro do Bernard Shaw que li há alguns anos. Gostaria de ler comentários de pais e filhos sobre esse pensamento do escritor irlandês.
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Os trabalhadores mais felizes produzem resultados melhores para as empresas? Ou as empresas que têm maior eficiência deixam seus trabalhadores mais felizes? Dois estudos realizados em 1998 já haviam mostrado que as melhores companhias para se trabalhar conseguiam ter resultados melhores do que a média do mercado, mas não deixavam claro a relação causa e conseqüência.
O professor Alex Edmans , da Wharton School (Universidade da Pensilvânia), publicou no último mês de junho um estudo que mostra uma correlação positiva entre a satisfação do funcionário e o retorno para o acionista.
O portfolio com as melhores empresas americanas para se trabalhar gerou um “alpha” de 4% ao ano. O “alpha” é o ganho acima da média do mercado.
Um dado importante do estudo é que a satisfação do trabalhador não quer dizer necessariamente salários mais altos.
Um trabalho de 2003 feito pela Dynamo, empresa de gestão de recursos, já mostrava essa correlação. Segundo a Dynamo, o sistema de remuneração não é só salário. É um conjunto de práticas que visa reforçar o empenho e ações necessárias para o sucesso corporativo.
A íntegra dos dois estudos está abaixo.
Dynamo.pdfalexedmans.pdf
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Na alegria e na tristezaPetrobras, a ação com maior peso do Ibovespa, está no centro das atenções.
Quem já tem o papel em carteira vai passar por um momento difícil com esse movimento de queda nos preços das commodities. Quem não tem deve começar a ler os relatórios sobre a empresa, pois pode aparecer uma boa oportunidade de compra nos próximos meses.
Há um consenso entre especialistas de que os preços das principais commodities industriais e agrícolas já atingiram o pico. Há quem acredite que os próximos meses serão duros para quem tem posições em commodities (ações de Petrobrás e Vale, por exemplo) porque os preços devem cair fortemente. Outro grupo acredita que o preço das commodities ainda vai rodar em patamar elevado por algum tempo, embora sem combustível para alta.
De certo mesmo, apenas que os bons tempos de alta expressiva de commodities devem ficar apenas na memória por enquanto.
Seria uma oportunidade de compra para Petrobras? Muitos relatórios de corretoras têm saído com preço alvo bastante atraente para Petrobras (anexei alguns desses relatórios no blog da carteira CBN). Mas para outros analistas não é preciso ter pressa para comprar o papel, pois a ação deverá ainda passar por uma forte baixa antes de iniciar sua recuperação.
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